The brain in love
Love is in us. It’s deeply embedded in the brain.
Our challenge is to understand each other. Continue reading The brain in love
Love is in us. It’s deeply embedded in the brain.
Our challenge is to understand each other. Continue reading The brain in love
Para sermos felizes, o amor faz quase tudo e nós quase nada. Mas o amor só dá o seu quase tudo depois de nós darmos o nosso quase nada. Continue reading O amor liga o finito ao infinito
Que se lixe! O amor não é justo, não é perfeito; no amor não se declaram sentenças nem se proferem comunicados. O amor prefere ser imprevisível, cheio de riscos e de fogo cruzado. No amor os braços não se cruzam, as palavras não se gastam e os gestos servem para o demonstrar. Amar também é lutar, e enfrentar monstros fabulosos com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão. É uma ilusão, um sonho, um absurdo e uma fantasia. O amor não se entende, não se interpreta, não se discerne nem se traduz. Quem ama acredita, mas não sabe bem porquê, não sabe bem o quê, nem percebe bem como. Continue reading O amor
Em todas as esquinas da cidade
nas paredes dos bares à porta dos edifícios públicos nas janelas dos autocarros
mesmo naquele muro arruinado por entre anúncios de aparelhos de rádio e detergentes
na vitrine da pequena loja onde não entra ninguém
no átrio da estação de caminhos de ferro que foi o lar da nossa esperança de fuga
um cartaz denuncia o nosso amor Continue reading Continuamos em fuga
Is love a signal winding through your neural pathways? A cliche? A cult? Love is easy to compare but difficult to define, maybe because we’re fundamentally biased; we try to define love while falling in or out of it. And … Continue reading A shot at the definition of love